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As dez razões pelas quais criei a Memberfy

Não é uma lista de funcionalidades. É o que me incomodava nas ferramentas que usava, uma coisa de cada vez, e o que fizemos em relação a isso.

NovoGira a sua comunidade através do Claude ou do ChatGPT.Monte um curso, uma mentoria ou um evento a conversar: o assistente cria as lições, as sessões, o plano e a página de venda no seu Memberfy.Conhecer o MCP →

Comecei por construir uma comunidade que atravessou o continente e aprendi que, em qualquer país ou área, os desafios repetem-se — e resolvem-se da mesma maneira: com alguém que liga as pessoas, puxa o assunto e volta a aparecer na semana seguinte. Mais tarde reencontrei esse desafio em mais dois lugares. No iFood Benefícios, a liderar Engenharia, Produto e Design, vi que uma empresa também é uma comunidade, e que os RH sofrem quando o desenvolvimento das pessoas está espalhado por ferramentas que não comunicam entre si. No ONOVOLAB, que cofundei, vi que um coworking vive menos das salas do que de quem se encontra nelas. A Memberfy existe para que essa ligação aconteça na comunidade, na empresa e no espaço físico. Estas são as dez frustrações que deram origem a este produto.

David Ruiz, fundador da Memberfy
David Ruiz, fundador
  1. Porque quase ninguém consegue monetizar a própria comunidade

    Esta é a razão que veio antes de todas as outras. Quem tem audiência de sobra e nenhuma receita não está sem ferramenta — não sabe o que cobrar, a quem e por quanto, e não tem ninguém com quem falar sobre isso. Entregar um painel e desejar boa sorte resolve a parte fácil. Eu queria o contrário: ser o braço direito de quem lidera a comunidade, e não o fornecedor que desaparece depois de assinado o contrato.

    Pedir acesso e falar connosco
  2. Porque a fatura não devia chegar aos bocados

    Comparámos as plataformas mais conhecidas fora do Brasil, Circle, Skool e Mighty Networks, e as três fazem bem a parte da comunidade. A diferença está na fatura: o plano, uma taxa por venda, a taxa da Stripe por cima em duas delas e lugares extra para a equipa. Aqui há duas cobranças e mais nada: o plano, pelo limite de membros, e 6,99% + US$ 1,00 por venda, com o processamento incluído.

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  3. Porque quem participa numa comunidade devia ser reconhecido

    Em todas as comunidades que ajudei a gerir, cerca de 5% escreviam e 95% só liam. Não é falta de interesse: ninguém sabe se o que tem para dizer conta. Onze ações valem pontos, com o valor que definir, com rankings por comunidade e por secção, e medalhas no perfil de quem as ganha. Pode desligar o que não fizer sentido — mas pode tê-lo, e isso não encontrei nos concorrentes da economia de criadores.

  4. Porque uma comunidade a sério não cabe só num feed

    Uma comunidade não é só um feed. Há quem precise de cursos com progresso por aluno, de uma agenda com confirmação de presença, de uma galeria, de um ranking — e há quem precise de uma chamada de trabalhos com comité de avaliação, que nunca encontrei pronta em lado nenhum e tive de montar à mão mais de uma vez. Há oito tipos de espaço, e todos estão incluídos em todos os planos.

    Ver todos os espaços
  5. Porque a gestão de pessoas não devia viver em cinco sistemas

    No iFood Benefícios aprendi que a dor dos RH raramente é a falta de ferramentas: é o excesso delas, cada uma com o seu login e a sua base de pessoas. As avaliações estão num sistema, os objetivos numa folha de cálculo, o PDI noutra e a formação num LMS que ninguém abre. Com a extensão Planeamento & RH, ciclos de avaliação, objetivos, feedback, PDI e reconhecimento ficam no mesmo lugar onde as pessoas aprendem e conversam.

    Ver Planeamento & RH
  6. Porque um coworking é uma comunidade com morada

    No ONOVOLAB aprendi que o espaço físico é só metade do negócio: o que faz um membro ficar é quem ele encontra lá dentro. Mesmo assim, a reserva de salas costuma estar num sistema, a receção noutro, os pedidos de suporte num terceiro e a comunidade num grupo de mensagens. Com a extensão Coworking, reservas, presenças, visitantes e suporte partilham o mesmo registo da comunidade e da cobrança.

    Ver Coworking
  7. Porque um gateway à parte é uma segunda fatura

    O Circle e o Mighty Networks são bons e o checkout deles é nativo, mas os 2% dos planos de entrada não incluem o processamento: a taxa da Stripe vem por cima, e o próprio Mighty Networks situa-a entre 2,5% e 5% por venda. O Skool inclui o processamento, mas a 10% + US$ 0,30 no plano de entrada. Aqui os 6,99% + US$ 1,00 por venda já incluem o processamento e são iguais com qualquer método de pagamento. Os seus membros pagam na moeda do seu país; fora do Brasil, em dólares, com cartão — chega em breve.

    Ver as contas completas
  8. Porque a sua marca e a sua equipa não deviam ser linhas da fatura

    No Circle, retirar a marca da plataforma começa nos US$ 199 por mês, e cada administrador extra custa US$ 10, mais US$ 20 por cada dez moderadores ou espaços. Sempre achei estranho pagar para a ferramenta sair da minha própria casa, e ver moderadores voluntários transformarem-se num custo. Aqui o domínio, o logótipo e as cores são seus em qualquer plano, e não há cobrança por administrador, moderador, espaço ou curso.

    Ver os planos
  9. Porque a sua comunidade não devia caber num só fuso horário

    Trabalhei em fintech e em bilheteira, e em ambas aprendi que idioma e moeda não são acabamentos. Cada membro escolhe o seu idioma, entre cinco línguas em dez variantes regionais, e as mensagens de erro chegam traduzidas do servidor em vez de remendadas no ecrã. A moeda vem do país da comunidade, entre seis, e aplica-se a todos os seus preços.

    Ver idiomas e moedas
  10. Porque gerir planos, produtos e saldo não devia ser complicado

    Planos, produtos e cupões estão no mesmo painel da comunidade, e o dinheiro também. Cada venda, taxa, reembolso e levantamento passa a ser uma linha no seu extrato, com data e valor. Nada é apagado nem reescrito depois — nem por nós. O saldo é a soma dessas linhas, por isso pode verificar de onde veio cada cêntimo em vez de confiar num número já feito no painel. Vindo de onde venho, isso não era negociável.

    Ver como o dinheiro entra e sai

O que vem configurado no primeiro dia

Abaixo, o detalhe de cada uma dessas decisões: quem pode fazer o quê, como o dinheiro circula e até onde a comunidade chega.

Organize em secções e espaços, com permissões próprias em cada um.

As secções agrupam; os espaços são onde as coisas acontecem. Cada um tem a sua visibilidade — público, só membros ou só subscritores — e, dentro do espaço, decide ainda quem pode publicar e se as publicações passam por aprovação. É o tipo de espaço que ativa a interação: conteúdo, curso, evento, galeria, ranking, feed, chamada ou link. O menu é a consequência disso.

Ver os oito, um a um

Decida quem entra, quem vê e quem manda.

Quatro papéis na sua comunidade

Owner›Admin›Moderator›Member

O papel vive no perfil, não na pessoa. A mesma conta pode ser owner na sua comunidade e member noutra, sem misturar nada — e quem é owner decide quem sobe ou desce de papel.

Três níveis de visibilidade

Público
Qualquer pessoa lá chega, incluindo quem nunca iniciou sessão.
Membros
Só quem aderiu à comunidade.
Subscritores
Só quem tem uma subscrição ativa.

A visibilidade é definida por espaço, e o espaço é a autoridade: o que ele permite é o que se alcança a partir dele.

Quem pode publicar, por espaço
Qualquer membro, só a equipa ou só os administradores — a regra é de cada espaço, não da comunidade inteira.
Moderação com aprovação prévia
A publicação só aparece depois de alguém da equipa a aprovar.
Aprovação manual de membros
Para quando a comunidade quer escolher quem entra, um a um.
Personificação para suporte
Com a sua autorização, o suporte vê a comunidade como o membro a vê — a única forma de resolver um problema que só acontece no ecrã dele.

A sua marca, não a nossa. Em todos os planos.

Domínio, logótipo, ícone do separador, cores e o cartão que aparece quando alguém partilha a ligação são definidos por comunidade. O tema é aplicado em tempo de execução: quem visita vê as suas cores, não as nossas, e não há marca da Memberfy em lado nenhum. O cartão que aparece quando alguém partilha a ligação também é seu. Nada disto está atrás de um degrau de preço.

  • Domínio próprio
  • Logótipo e ícone do separador
  • As cores da sua marca
  • O cartão que aparece quando alguém partilha a ligação

Cobre pelo acesso sem tirar ninguém da sua página.

Monetizar é opcional: pode gerir a comunidade inteira de graça e ligar a cobrança mais tarde, sem mudar nada de lugar. Quando está ligada, pagamento, subscrição e acesso são a mesma plataforma — quem paga já está dentro, e quem cancela perde o acesso sem que tenha de fazer nada.

Pagamentos
Os seus membros pagam na moeda do seu país; fora do Brasil, em dólares, com cartão — chega em breve. O processamento é nosso — não abre conta num gateway, não integra nenhuma API nem mantém contrato com um adquirente.
Subscrições
Cobrança recorrente com renovação automática, período experimental em dias (com ou sem exigir cartão) e níveis de subscrição que cada pessoa sobe ou desce quando quiser, com o valor ajustado proporcionalmente.
Cupões
Desconto fixo ou percentual, com limite de utilização, data de validade e restrição por plano. Válido uma vez, durante um período ou para sempre.
Histórico do dinheiro
Cada venda, taxa, reembolso e levantamento passa a ser uma linha no seu extrato, com data e valor. Nada é apagado nem reescrito depois — nem por nós. O saldo é a soma dessas linhas, por isso pode verificar de onde veio cada cêntimo em vez de confiar num número já feito.
Levantamentos
Pedido, aprovação, limite e verificação dos dados bancários antes da transferência. Cada levantamento custa US$ 5,00, e a antecipação, de 3%, é opcional e decidida em cada levantamento.
Se um cliente contestar uma compra
Uma parte de cada venda com cartão fica retida enquanto a compra ainda pode ser contestada. Passado esse prazo, regressa sozinha ao seu saldo.

Plano com prazo

Um plano de doze meses, vendido de duas formas.

Em cada opção de cobrança escolhe como o prazo é cobrado, e pode oferecer as duas lado a lado na mesma página de planos. Quem compra escolhe a que melhor se ajusta ao seu orçamento.

Recorrente com contrato

Uma cobrança por mês, durante o prazo do contrato: 3, 6 ou 12 meses.

  • No cartão de quem compra, ocupa apenas a mensalidade, e não o valor do ano inteiro.
  • Se a pessoa cancelar a meio do contrato, o cancelamento fica agendado para o fim dele.
  • Terminado o prazo, renova-se sozinho por mais um contrato igual.

Anual, pago de uma vez

Uma compra por ano, paga de uma só vez.

  • No cartão, a compra usa o limite pelo valor do ano inteiro.
  • Um único pagamento, sem cobranças mensais pelo meio.
  • Quem compra fica com o acesso garantido durante os doze meses.
  • Renova-se sozinho todos os anos.

Na mesma página de planos, por exemplo

  • Mensal sem contrato
  • 12 meses recorrente
  • Anual

São duas cobranças: a mensalidade do plano, pelo limite de membros, e 6,99% + US$ 1,00 sobre cada venda, a mesma em todos os planos. A taxa não depende do método de pagamento: seja qual for o método com que recebe, o que paga à plataforma não muda. Além delas, só o levantamento, de US$ 5,00 por transferência, e a antecipação de 3%, se a pedir.

Os produtos avulsos já existem no modelo de dados e estão a ser implementados no checkout. A subscrição recorrente é o fluxo que hoje funciona de ponta a ponta.

Sirva quem não fala a sua língua.

Idioma por membro e moeda pelo país da comunidade. As mensagens de erro e de validação chegam traduzidas do servidor, não remendadas no ecrã.

5idiomas
Inglês, português, espanhol, italiano e alemão — no servidor e na interface.
10variantes regionais
pt-BR e pt-PT, es-ES, es-MX e es-AR, de-DE, de-AT e de-CH, en-US, it-IT. Cada membro escolhe a sua.
6moedas
BRL, USD, EUR, GBP, MXN e ARS no modelo de preços. O processamento de pagamentos é feito hoje no Brasil.
  • BRL
  • USD
  • EUR
  • GBP
  • MXN
  • ARS

Em comparação com o que existe

Quatro coisas que fazemos e a categoria não faz.

Tudo aqui está publicado nas páginas deles — não é a nossa leitura da concorrência, é o que eles próprios respondem. Verifique antes de acreditar.

O processamento está na taxa, não numa segunda fatura
A própria página de pagamentos do Circle diz que as suas taxas de transação acrescem às taxas de processamento da Stripe, e o centro de ajuda do Mighty Networks diz o mesmo. Aqui os 6,99% + US$ 1,00 por venda já incluem o processamento, e é o mesmo sistema que cobra e dá o acesso: é isso que faz o acesso ligar e desligar sozinho.
Comunidade e cursos no mesmo lugar, não um pendurado no outro
A categoria é feita de áreas de membros com uma comunidade pendurada, ou de comunidades com cursos pendurados. Aqui feed, arquivo, cursos, eventos, galeria, ranking e chamada de trabalhos são o mesmo tipo de coisa: espaços, com a mesma regra de visibilidade e o mesmo lugar no menu.
Administradores e moderadores não são linhas da fatura
O Circle cobra US$ 10 por mês por cada administrador extra, US$ 20 por cada dez moderadores e US$ 20 por cada dez espaços. Aqui a equipa não tem preço: o que define o plano é quantas pessoas a comunidade tem, e mais nada.
Não vendemos créditos de IA à parte
A página de preços do Circle conta a sua IA em créditos: 2500 por mês no plano de entrada, e cada 1000 extra custam US$ 10. Aqui não há créditos nem quota de utilização: tudo o que existe além do plano e da taxa está na página de preços, com preço.
Ver as duas cobranças

O que mudou

Os dez motivos ficaram mais urgentes, não menos.

Quando escrevi esta lista, ela era sobre ferramentas más. Passou a ser sobre outra coisa: a internet mudou de eixo pelo caminho, e cada um dos dez incómodos passou a custar mais do que custava.

60%
das pesquisas terminam sem clique em nenhum site — quem depende de ser encontrado perde o chãoSXSW 2026
7 em 10
hesitam em confiar em quem não partilha os seus valoresEdelman Trust Barometer 2026
n.º 1
a confiança é o fator mais citado nas decisões de compra de tecnologiaGartner
Sai o clique, entra a reputação. Na economia da pesquisa, vencia quem era encontrado. Na economia da inteligência artificial, vencerá quem for considerado de confiança.
Nizan GuanaesConsultor do Itaú, do iFood e da ArcelorMittal, embaixador da UNESCO
O tráfego está a tornar-se uma métrica de vaidade. A conversão é o novo motor de crescimento.
Kipp BodnarCMO da HubSpot, no SXSW 2026

Alcance alugado, cobrança fora da marca e acesso conferido numa folha de cálculo sempre foram um problema. A diferença é que agora atacam a única coisa que a IA não consegue copiar: a relação direta entre quem lidera a comunidade e as pessoas que estão nela.

Estamos a convidar as primeiras comunidades.

A Memberfy está em beta fechado, por isso o acesso é feito a pedido. Conte-nos o que quer construir: respondemos, configuramos tudo consigo e continuamos por perto depois disso.

Pedir acesso