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Os dez motivos pelos quais eu criei o Memberfy
Não é uma lista de recursos. É o que me incomodava nas ferramentas que eu usava, uma coisa de cada vez, e o que a gente fez a respeito.
NovoOpere sua comunidade pelo Claude ou pelo ChatGPT.Monte curso, mentoria ou evento conversando: o assistente cria as aulas, os encontros, o plano e a página de venda no seu Memberfy.Conhecer o MCP →Comecei construindo uma comunidade que atravessou o continente e aprendi que, em qualquer país ou área, os desafios se repetem — e se resolvem do mesmo jeito: com alguém que conecte pessoas, puxe o assunto e apareça de novo na semana seguinte. Depois reencontrei esse desafio em outros dois lugares. No iFood Benefícios, liderando Engenharia, Produto e Design, vi que uma empresa também é uma comunidade, e que o RH sofre quando o desenvolvimento das pessoas se espalha por ferramentas que não se falam. No ONOVOLAB, que cofundei, vi que um coworking vive menos das salas do que de quem se encontra nelas. O Memberfy existe para essa conexão acontecer na comunidade, na empresa e no espaço físico. Estes são os dez incômodos que viraram este produto.

Porque quase ninguém consegue monetizar a própria comunidade
Esse é o motivo que veio antes de todos os outros. Gente com audiência de sobra e nenhuma receita não está sem ferramenta — está sem saber o que cobrar, de quem e por quanto, e sem ninguém para conversar a respeito. Entregar um painel e desejar boa sorte resolve a parte fácil. Eu queria o contrário: ser o braço direito de quem lidera a comunidade, e não o fornecedor que some depois da assinatura do contrato.
Pedir acesso e conversarPorque comunidade e cobrança quase nunca vêm juntas
Comparamos oito plataformas e o padrão se repete: de um lado, quem faz comunidade bem e manda você cobrar em outro lugar; do outro, checkout puro. O LastLink cobra a mesma taxa por venda, sem mensalidade, e se você só precisa de um link que vende, sai mais barato. O que ele não faz é feed, curso e evento, nem o acesso que liga quando alguém assina e se corta quando cancela.
Ver a comparaçãoPorque quem participa da comunidade devia ser reconhecido
Em toda comunidade que eu ajudei a tocar, uns 5% escreviam e 95% só liam. Não é falta de interesse: é que ninguém sabe se o que tem para dizer conta. Onze ações valem ponto, com o valor que você define, placar por comunidade e por seção, e medalhas no perfil de quem recebeu. Dá para desligar o que não fizer sentido — mas dá para ter, e isso eu não achei nos concorrentes de creator economy.
Porque uma comunidade de verdade não cabe só num feed
Comunidade não é só um feed. Tem quem precise de curso com progresso por aluno, de agenda com confirmação de presença, de galeria, de placar — e tem quem precise de chamada de trabalhos com comitê de avaliação, que eu nunca encontrei pronto em lugar nenhum e tive que montar à mão mais de uma vez. São oito tipos de espaço, e todos estão em todos os planos.
Ver todos os espaçosPorque gestão de pessoas não devia morar em cinco sistemas
No iFood Benefícios aprendi que a dor do RH raramente é falta de ferramenta: é ferramenta demais, cada uma com o seu login e a sua base de pessoas. A avaliação fica num sistema, as metas numa planilha, o PDI em outra e o treinamento num LMS que ninguém abre. Com a extensão Planejamento & RH, ciclo de avaliação, metas, feedback, PDI e reconhecimento ficam no mesmo lugar em que a pessoa aprende e conversa.
Ver Planejamento & RHPorque um coworking é uma comunidade com endereço
No ONOVOLAB aprendi que o espaço físico é só metade do negócio: o que segura um residente é quem ele encontra lá dentro. Mesmo assim, a reserva de sala costuma ficar num sistema, a recepção em outro, o chamado num terceiro e a comunidade num grupo de mensagem. Com a extensão Coworking, reservas, presença, visitantes e suporte ficam no mesmo cadastro da comunidade e da cobrança.
Ver CoworkingPorque cobrar em dólar, com o gateway à parte, custa venda
O Circle é bom e o checkout dele é nativo, mas a assinatura lá é só no cartão — o Pix vale só para pagamento único, e boleto não tem —, cobra em dólar — com IOF e câmbio por cima — e os 2% dele não incluem o processamento: o gateway vem numa segunda fatura. Somando, a venda lá custa perto de 6%, mais uma mensalidade de cerca de R$ 481. Aqui é PIX, boleto e cartão em até 12 parcelas, em real, e os 6,99% + R$ 2,49 por venda já incluem o processamento: nenhum gateway à parte.
Ver a conta completaPorque a sua marca e a sua equipe não deviam ser linha de fatura
No Circle, tirar a marca da plataforma começa em US$ 199 por mês, e cada administrador extra custa US$ 10, mais US$ 20 a cada dez moderadores ou espaços. Sempre achei estranho pagar para a ferramenta sair da minha casa e ver quem modera de graça virar custo. Aqui domínio, logo e cores são seus em qualquer plano, e não há cobrança por administrador, moderador, espaço nem curso.
Ver os planosPorque a sua comunidade não devia caber num fuso
Trabalhei em fintech e em bilheteria, e em ambas aprendi que idioma e moeda não são detalhe de acabamento. Cada membro escolhe o idioma dele, entre cinco línguas em dez variantes regionais, e as mensagens de erro chegam traduzidas do servidor em vez de remendadas na tela. A moeda vem do país da comunidade, entre seis, e vale para todos os preços dela.
Ver idiomas e moedasPorque gerir planos, produtos e saldo não devia ser complicado
Planos, produtos e cupons ficam no mesmo painel da comunidade, e o dinheiro também. Cada venda, taxa, reembolso e saque vira uma linha no seu extrato, com data e valor. Nada é apagado nem reescrito depois — nem por nós. O saldo é a soma dessas linhas, então dá para conferir de onde veio cada centavo em vez de confiar num número pronto no painel. Vindo de onde eu venho, isso não era negociável.
Ver como o dinheiro entra e sai
O que vem configurado no primeiro dia
Abaixo, o detalhe de cada uma dessas decisões: quem pode o quê, como o dinheiro se move e até onde a comunidade alcança.
Organize em seções e espaços, com permissão própria em cada um.
Seções agrupam; espaços são onde as coisas acontecem. Cada um tem a sua visibilidade — público, só membros ou só assinantes — e no espaço você ainda define quem pode publicar e se o que for publicado passa por aprovação. O tipo do espaço é o que habilita a interação: conteúdo, curso, evento, galeria, ranking, feed, chamada ou link. O menu é a consequência disso.
Conteúdo
Posts e artigos
Uma consultoria que publica análise
Feed
A linha do tempo da comunidade
Uma comunidade de profissionais
Eventos
Online, presencial ou híbrido
Um grupo que faz encontro mensal
Cursos
Curso, módulo, aula
Uma escola que já vendia curso avulso
Galeria
Imagens organizadas
Um coletivo de fotografia
Ranking
Gamificação
Uma comunidade grande e silenciosa
Chamadas
Chamada de trabalhos
Quem organiza uma conferência
Link
Atalho externo
Qualquer comunidade que já tem coisa fora
Decida quem entra, quem vê e quem manda.
Quatro papéis na sua comunidade
Owner›Admin›Moderator›Member
O papel vive no perfil, não na pessoa. A mesma conta pode ser owner na sua comunidade e member em outra, sem misturar nada — e quem é owner decide quem sobe ou desce de papel.
Três níveis de visibilidade
- Público
- Qualquer pessoa alcança, inclusive quem nunca entrou.
- Membros
- Só quem fez parte da comunidade.
- Assinantes
- Só quem tem assinatura ativa.
A visibilidade é definida por espaço, e o espaço é a autoridade: o que ele permite é o que se alcança a partir dele.
- Quem pode publicar, por espaço
- Qualquer membro, só a equipe ou só administradores — a regra é de cada espaço, não da comunidade inteira.
- Moderação com aprovação prévia
- A publicação só aparece depois que alguém da equipe libera.
- Aprovação manual de membros
- Quando a comunidade quiser escolher quem entra, um a um.
- Impersonação para suporte
- Com a sua autorização, o suporte vê a comunidade como o membro vê — que é a única forma de resolver um problema que só acontece na tela dele.
A sua marca, não a nossa. Em todos os planos.
Domínio, logo, ícone da aba, cores e o cartão que aparece quando alguém compartilha o link são definidos por comunidade. O tema é aplicado em tempo de execução: quem acessa vê as suas cores, não as nossas, e não há marca do Memberfy em lugar nenhum. O cartão que aparece quando alguém compartilha o link também é o seu. Nada disso está atrás de um degrau de preço.
- Domínio próprio
- Logo e ícone da aba
- Cores da sua marca
- O cartão que aparece quando alguém compartilha o link
Cobre pelo acesso sem tirar ninguém da sua página.
Monetizar é opcional: dá para rodar a comunidade inteira de graça e ligar a cobrança depois, sem mudar nada de lugar. Quando ela está ligada, pagamento, assinatura e acesso são a mesma plataforma — quem paga já está dentro, e quem cancela perde o acesso sem você fazer nada.
- Pagamentos
- PIX, boleto e cartão em até 12×. O processamento é nosso — você não abre conta em gateway, não integra API e não mantém contrato com adquirente.
- Assinaturas
- Cobrança recorrente com renovação automática, período de teste em dias (com ou sem exigir cartão) e níveis de assinatura que a pessoa sobe ou desce quando quiser, com o valor ajustado proporcionalmente.
- Cupons
- Desconto fixo ou percentual, com limite de uso, validade e restrição por plano. Válido uma vez, por um período ou para sempre.
- Histórico do dinheiro
- Cada venda, taxa, reembolso e saque vira uma linha no seu extrato, com data e valor. Nada é apagado nem reescrito depois — nem por nós. O saldo é a soma dessas linhas, então dá para conferir de onde veio cada centavo em vez de confiar num número pronto.
- Saques
- Pedido, aprovação, limite e verificação dos dados bancários antes da transferência. Cada saque custa R$ 3,67, e a antecipação, de 3%, é opcional e decidida a cada saque.
- Se o cliente contestar a compra
- Uma parte de cada venda no cartão fica guardada enquanto a compra ainda pode ser contestada — 4% por 30 dias no Brasil. Passado o prazo, volta sozinha para o seu saldo.
Plano com prazo
Um plano de doze meses, vendido de duas formas.
Em cada opção de cobrança você escolhe como o prazo é cobrado, e pode oferecer as duas lado a lado na mesma página de planos. Quem compra escolhe a que cabe no bolso dele.
Recorrente com contrato
Uma cobrança por mês, pelo prazo do contrato: 3, 6 ou 12 meses.
- Do cartão de quem compra, ocupa só a mensalidade, e não o valor do ano inteiro.
- Se a pessoa cancelar no meio do contrato, o cancelamento fica agendado para o fim dele.
- Terminado o prazo, renova sozinho por mais um contrato igual.
Anual parcelado
Uma compra por ano, em até 12× no cartão.
- No cartão, a compra usa o limite pelo valor do ano, dividido em até 12 parcelas.
- No PIX e no boleto, pagamento único, à vista.
- Os juros do parcelamento: você escolhe se absorve ou repassa a quem compra.
- Renova sozinho a cada ano.
Na mesma página de planos, por exemplo
- Mensal sem contrato
- 12 meses recorrente
- Anual em 12×
São duas cobranças: a mensalidade do plano, pelo teto de membros, e 6,99% + R$ 2,49 sobre cada venda, a mesma em todos os planos. A taxa independe do método de pagamento: receber por PIX, boleto ou cartão não muda o que você paga à plataforma. Fora delas, só o saque, de R$ 3,67 por transferência, e a antecipação de 3%, se você pedir.
Produto avulso existe no modelo de dados e está em implantação no checkout. A assinatura recorrente é o fluxo pronto de ponta a ponta hoje.
Atenda quem não fala a sua língua.
Idioma por membro e moeda pelo país da comunidade. As mensagens de erro e de validação chegam traduzidas do servidor, não remendadas na tela.
- 5idiomas
- Inglês, português, espanhol, italiano e alemão — no servidor e na interface.
- 10variantes regionais
- pt-BR e pt-PT, es-ES, es-MX e es-AR, de-DE, de-AT e de-CH, en-US, it-IT. Cada membro escolhe a sua.
- 6moedas
- BRL, USD, EUR, GBP, MXN e ARS no modelo de preço. O processamento de pagamento hoje é no Brasil.
- BRL
- USD
- EUR
- GBP
- MXN
- ARS
Comparado com o que existe
Quatro coisas que a gente faz e a categoria não faz.
Tudo aqui está publicado nas páginas deles — não é leitura nossa da concorrência, é o que eles próprios respondem. Confira antes de acreditar.
O que mudou
Os dez motivos ficaram mais urgentes, não menos.
Quando escrevi esta lista, ela era sobre ferramenta ruim. Virou sobre outra coisa: a internet mudou de eixo no meio do caminho, e cada um dos dez incômodos passou a custar mais caro do que custava.
- 60%
- das buscas terminam sem clique em nenhum site — quem depende de ser achado perde o chãoSXSW 2026
- 7 em 10
- hesitam em confiar em quem não compartilha os valores delesEdelman Trust Barometer 2026
- nº 1
- confiança é o fator mais citado na decisão de compra de tecnologiaGartner
Sai o clique, entra a reputação. Na economia da busca, vencia quem era encontrado. Na economia da inteligência artificial, vencerá quem for considerado confiável.
Tráfego está virando métrica de vaidade. Conversão é o novo motor de crescimento.
Alcance alugado, cobrança fora da marca e acesso conferido na planilha sempre foram problema. A diferença é que agora eles atacam a única coisa que a IA não copia: a relação direta entre quem lidera a comunidade e quem está nela.
Estamos convidando as primeiras comunidades.
O Memberfy está em beta fechado, então o acesso é por pedido. Conte o que você quer montar: a gente responde, monta junto com você e fica por perto depois disso.