InícioPara Comunidades
Você já tem a comunidade. E está deixando dinheiro na mesa.
Para quem já lidera um grupo, cria conteúdo, dá mentoria ou ensina — e passa mais tempo costurando ferramenta do que conversando com as pessoas.
NovoMonte seu curso, mentoria ou evento com o Claude ou o ChatGPT.E o dia a dia também: peça para responder os comentários sem resposta, para criar o cupom da semana ou para desenhar o gráfico de novos membros e cancelamentos.Conhecer o MCP →O trabalho não é a comunidade. É tudo o que vem junto.
O grupo está num lugar, o curso em outro, o evento numa terceira ferramenta, a cobrança numa quarta, e uma planilha tenta amarrar as quatro. Cada uma tem mensalidade própria e nenhuma conversa com a outra, então sobra para você: conferir quem pagou, liberar o acesso na mão, avisar quem faltou, reencaminhar o que já foi dito. É trabalho que não aparece para ninguém e não cabe numa semana.
Ninguém quer reinventar a roda nem virar administrador da própria comunidade. O que se procura é o contrário: que as partes já venham conectadas, que o repetitivo aconteça sozinho e que a sua hora volte a ser gasta com as pessoas. Automação aqui não é luxo — é o que decide se você ainda vai estar fazendo isso no ano que vem.
O que não é software
Ter comunidade é uma coisa. Conseguir viver dela é outra.
A maior parte das comunidades nunca chega a monetizar. Não é por falta de ferramenta — é por não saber o que cobrar, de quem, por quanto, e o que deixar aberto para as pessoas chegarem. Entregar o software e desejar boa sorte resolve a parte fácil do problema.
O Memberfy foi feito para ser o braço direito de quem lidera a comunidade. Não é suporte técnico respondendo chamado, nem cortesia de quem está começando: é alguém que já encheu sala, já vendeu ingresso e, principalmente, já vendeu patrocínio — sentando com você para decidir o que cobrar, de quem e por quanto, e continuando por perto depois que a primeira venda acontece, que é quando as perguntas difíceis começam.
Solicitar acesso- A montagem é feita com você
- Seções, espaços, o que fica aberto e o que fica para quem paga. A comunidade não chega vazia esperando você descobrir por onde começar.
- O que cobrar, e por quanto
- Quantos níveis de assinatura fazem sentido para o seu público, o que entra em cada um, e o que funciona melhor aberto do que fechado. É a decisão que mais trava gente boa.
- Quem fala com você já operou comunidade
- CTO da Campus Party global, cofundador de um hub de inovação de 21 mil m², conteúdo e eventos para 17 mil executivos. A conversa não é sobre a ferramenta, é sobre a sua comunidade.
Estamos convidando as primeiras comunidades, uma a uma — por isso o acesso é por pedido e não por cadastro. A gente quer conhecer o que você está montando antes de dizer sim.
Engajar, crescer e monetizar movem a mesma roda
Engajar
Feed com recados curtos, comentários aninhados e reações para a conversa não depender de você aparecer todo dia. Pontos por ação mostram a quem só lê que existe espaço para falar. É o que mantém o grupo vivo na semana em que você tira férias.
Ver o espaço de feedCrescer
Espaços abertos viram vitrine no seu domínio, achável por busca; os fechados ficam para membros ou assinantes. A visibilidade é decidida espaço a espaço, então dá para deixar a porta entreaberta e crescer sem precisar abrir a casa inteira.
Ver como a visibilidade funcionaMonetizar
Assinatura, venda avulsa e patrocínio no mesmo lugar em que as pessoas já estão. O acesso liga quando alguém paga e desliga sozinho quando cancela, sem planilha e sem conferência. E o que entra financia o conteúdo que gira a roda de novo.
Ver preços e taxaElas se alimentam: um grupo que volta é o que se pode crescer, um grupo maior é o que se pode monetizar, e receita é o que paga para o grupo continuar voltando. Tratar as três em ferramentas separadas é o que faz a roda parar.
O que deixa de ser trabalho seu
A parte da roda que ninguém vê e que consome a maior parte do tempo. Aqui ela acontece sozinha.
- Acesso
- Pagou, entra na hora. Cancelou, sai sozinho. Você não confere planilha, não libera na mão e não descobre pelo extrato que alguém parou de pagar há três meses.
- Acervo
- O que foi dito continua existindo, com endereço fixo e busca. Quem chegou hoje encontra o que passou em vez de pedir para alguém reencaminhar.
- Uma conta no lugar de cinco
- Comunidade, curso, evento e cobrança na mesma plataforma, sem integrar gateway nem manter dois cadastros em sincronia. Uma mensalidade, uma fatura, um lugar para olhar.
- Régua de participação
- Onze ações valem ponto, com o valor que você define e as que não fizerem sentido desligadas. É engajamento que se configura uma vez e roda sozinho.
- Moderação
- Aprovação prévia quando o assunto pedir, papéis para dividir o trabalho com quem ajuda, e nenhuma cobrança extra por moderador.
- Dinheiro
- Cada venda, taxa e saque vira uma linha no seu extrato, que ninguém reescreve. Saber quanto entrou deixa de ser um exercício de reconciliação.
Três fontes de receita, não uma
Quase todo mundo tenta só a primeira e conclui que comunidade não paga conta. As outras duas costumam pagar melhor, e nenhuma delas exige cobrar mais caro de quem já está lá dentro.
Ver a taxa e a mensalidade- Venda direta: assinatura recorrente com níveis, curso e evento pago, cobrados em PIX, boleto ou cartão dentro da plataforma
- O que a comunidade produz: espaços onde qualquer membro pode publicar ou criar curso, e chamada de trabalhos com remuneração combinada ou definida por quem propõe — você cura e intermedia em vez de produzir tudo
- Patrocínio: empresas pagam para conversar com o seu público, e é a fonte que costuma render mais por hora de trabalho sua — tem um bloco inteiro sobre ela logo abaixo
Patrocínio
O dinheiro que passa ao lado da sua comunidade todo ano.
Existe orçamento de marca procurando exatamente o que você tem: um público reunido, que volta e que presta atenção. A conversa quase nunca morre por falta de interesse da empresa — morre porque a comunidade não tem como organizar a oferta. São três buracos, e nenhum deles é sobre o tamanho da sua audiência.
Não há o que mostrar
Quantas pessoas voltam por semana, quem responde a quem, qual trilha teve mais conclusão. Se isso vive na sua cabeça e num grupo de mensagens, a conversa acaba antes de virar proposta — e empresa nenhuma aprova verba para uma audiência que não sabe se descrever.
Não há onde colocar
Marca séria não quer aparecer, quer conversar. Sem um lugar dentro da comunidade onde uma empresa possa co-criar — um encontro, uma trilha, um desafio —, a única coisa que você tem para vender é logo em rodapé: o que vale menos e o que o seu público menos tolera.
Não tem o ROIretorno sobre o investimento
Sem registro do que aconteceu — quem foi ao encontro, quantos concluíram a trilha, o que ficou publicado —, patrocínio não renova. A primeira vez pode ser favor de alguém que gosta de você; a segunda é contrato, e contrato pede número.
As portas que passam a existir
- A empresa co-realiza, não patrocina de fora
- Um evento aceita mais de um anfitrião, então a marca entra no cartaz como quem realiza junto com você, com o nome e a página dela ali — e não como logo no canto do card.
- Um espaço ou uma trilha com a cara dela
- Você abre a permissão de publicar para quem autorizar. A patrocinadora leva conteúdo de verdade para o seu público, com a sua curadoria no meio.
- Um desafio patrocinado
- A chamada de trabalhos abre uma trilha só daquele patrocinador, com comitê de avaliação e voto da comunidade. Participação vira entrega mensurável.
- Os números que a proposta pede
- Placar por comunidade e por seção, presença confirmada nos eventos e progresso por aluno nas trilhas. É com isso que se monta uma proposta em vez de um pedido.
- O registro que a renovação pede
- Galeria e acervo guardam o que aconteceu, com endereço fixo. No fim do ciclo existe o que mostrar, e não uma lembrança de que foi bom.
- Só quem deve alcançar
- A visibilidade é definida espaço a espaço, então a ação do patrocinador chega ao público combinado e não à comunidade inteira de uma vez.
Do outro lado desta mesma página estão as empresas procurando exatamente isso: RH e Inovação querendo conversar com públicos que já existem. Patrocínio é a porta em que os dois lados se encontram — e ela costuma pagar melhor do que cobrar mais caro de quem já está dentro.
Ver o que as empresas procuramOs espaços que fazem essa roda girar
Os que quase toda comunidade liga primeiro. Os demais continuam disponíveis em qualquer plano — nenhum espaço fica atrás de um degrau de preço.
Quem monta comunidade assim
- InfluenciadoresSua audiência vira comunidade. A comunidade vira receita.Uma audiência que é sua, e não emprestada.
- Líderes de comunidadeSeu grupo ganha endereço, busca e um acervo que ficaA decisão de cobrar deixa de ser uma decisão de plataforma.
- Mentores e instrutoresA mentoria continua acontecendo entre uma sessão e outraA mentoria vira um lugar, não uma sequência de calls.
- Escolas e cursos onlineSeu curso online ganha a turma que o vídeo sozinho não dáO seu catálogo num lugar só, sem trocar de forma de vender.
- Quem quer receita recorrenteReceita que entra todo mês, não só na semana do lançamentoReceita previsível ao lado da venda que você já faz.
- Associações e entidades de classeA anuidade que o associado sente nos doze mesesInadimplência que se resolve sozinha.
O que mudou
A confiança parou de subir para as instituições e passou a circular entre pessoas.
O levantamento anual da Edelman mostra a confiança se movendo para dentro — para quem é próximo, conhecido, parecido. Para quem lidera comunidade, isso não é tendência de mercado: é a descrição do ativo que você já tem na mão.
- 60%
- das buscas terminam na página de resultados ou no ChatGPT, sem clique em nenhum siteSXSW 2026
- nº 1
- comunidade gera confiança, e confiança é o fator mais citado na decisão de compra de tecnologiaGartner, Market Guide for B2B Community Platforms
- 58%
- dos compradores já começam a pesquisa direto em IA, contra 24% poucos meses antesSXSW 2026
Sai o clique, entra a reputação. Na economia da busca, vencia quem era encontrado. Na economia da inteligência artificial, vencerá quem for considerado confiável.
O que alguém não pago pela marca diz sobre ela pesa mais do que tudo que a marca diz de si. Uma comunidade é o único lugar onde essa voz existe de forma organizada, com endereço, histórico e nome — e onde ela é sua, não de uma plataforma que pode mudar as regras amanhã.
Plataformas de comunidade e de área de membros
Preço, taxa por venda, meios de pagamento e marca própria, lado a lado.
- ComunidadeMemberfy ou CircleReal ou dólar, PIX e boleto ou só cartão, e o que cada um cobra por membro e por venda.
- ComunidadeMemberfy ou MemberKitÁrea de membros com checkout externo, ou comunidade e cobrança no mesmo lugar.
- ComunidadeMemberfy ou LastLinkA mesma taxa por venda; a diferença é onde a comunidade mora.
- ComunidadeMemberfy ou HotmartO maior ecossistema de infoproduto, ou a comunidade no seu domínio com taxa menor por venda.
- ComunidadeMemberfy ou EngagEDWhite-label com app nas lojas e preço sob consulta, ou preço publicado e comunidade completa.
- ComunidadeAlternativas ao Circle no BrasilTrês opções que cobram em real, e o que muda no checkout de cada uma.
Estamos convidando as primeiras comunidades.
O Memberfy está em beta fechado, então o acesso é por pedido. Conte o que você quer montar: a gente responde, monta junto com você e fica por perto depois disso.