Saltar para o conteúdo

InícioPlataformaMódulosChamadas

Chamadas

O ciclo completo de uma chamada de trabalhos, do formulário à confirmação do orador. A chamada abre-se em trilhas, cada uma com os seus critérios e os seus avaliadores; as propostas chegam com um formato — de talk e lightning talk a workshop, painel e estudo de caso — e um nível; o comité pontua e recomenda; a comunidade vota, com os resultados ocultos, apresentados como contagem ou totalmente abertos, como decidir. E quando uma proposta é boa mas precisa de mudar, há a contraproposta: a organização propõe o ajuste, o orador responde, e cada ronda fica registada até à aceitação final.

Chamada de trabalhos

Quem organiza uma conferência

A chamada abre por trilha e o avaliador de cada trilha só vê o que lhe pertence. A comunidade vota no que quer ver, e cabe-lhe a si escolher se ela vê a contagem. Quando uma proposta é boa mas o formato não encaixa, a contraproposta sai logo ali — "aceitaria fazê-la como lightning talk?" — e a resposta fica no histórico em vez de num e-mail que ninguém encontrou.

Trilhas com avaliadores próprios
Cada trilha diz o que procura e o que não procura, e tem os seus próprios avaliadores convidados. O avaliador de dados não recebe propostas de design.
Comité, comunidade, ou ambos
A avaliação pode ser só do comité, só da comunidade, ou de nenhum dos dois. E a votação da comunidade fica oculta, aparece como contagem ou abre-se por completo — a escolha é da organização.
Negociação com histórico
Contraproposta da organização, contraproposta do orador, recusa, desistência e retirada da oferta: cada ronda guardada. Uma negociação que se pode reconstituir depois é uma negociação que não se transforma numa discussão.
Do rascunho ao arquivo
Rascunho, aberta, em avaliação, em decisão, fechada e arquivada. Todos sabem em que fase está a chamada sem terem de perguntar.

Face ao resto do mercado. Uma chamada de trabalhos costuma ser um sistema à parte, contratado só para o evento e abandonado depois. Aqui fica dentro da comunidade que vai assistir ao que for aceite.

O que o espaço faz

  • Trilhas com avaliadores próprios
  • Comité de avaliação
  • Votação da comunidade, com visibilidade configurável
  • Contrapropostas registadas
  • Doze formatos de sessão
  • Seis fases, do rascunho ao arquivo

Visibilidade

Como todos os espaços, este é público, só para membros ou só para subscritores — a escolha é por espaço, e o espaço é a autoridade sobre o que se alcança a partir dele.

Onde este módulo aparece

Escolas e cursos online

O seu curso online ganha a turma que o vídeo sozinho não lhe dá

Não precisa de mudar a forma como vende para trazer o seu conteúdo para cá. O catálogo — curso, módulo e lição — vive na comunidade, com turma, sessões em direto e conversa entre alunos, e quem comprou entra como membro. Os alunos veem onde ficaram; os professores veem quem ficou bloqueado.

Ver o caso completo

RH e comunicação interna

Onboarding, formação e comunicados no mesmo endereço

Comunicados que não se perdem no scroll, um onboarding que se mantém de pé para quem entra mais tarde, um percurso de formação com o progresso de cada pessoa e uma agenda dos encontros da empresa. As equipas distribuídas deixam de depender de quem estava online naquele momento.

Ver o caso completo

Hackathons e desafios internos

O desafio dura um fim de semana. O que saiu dele não tem de acabar.

Um hackathon costuma viver num formulário, numa folha de cálculo e num grupo criado na sexta-feira e abandonado na segunda. Aqui as inscrições entram por trilha, as equipas ficam visíveis para todos, o júri avalia no mesmo sítio onde chegaram as entregas, e o que foi construído fica publicado com autor e data — para que a próxima edição comece onde esta parou.

Ver o caso completo

Hubs de inovação

Concursos de inovação, da chamada aberta ao demo day

Um programa de inovação vive disperso: a chamada aberta num formulário, a avaliação numa folha de cálculo, os avisos num grupo, os materiais numa pasta. Aqui a chamada recebe as candidaturas por trilha, o comité avalia no mesmo sítio onde elas chegaram, e startups, mentores e patrocinadores partilham o espaço com visibilidade diferente para cada um.

Ver o caso completo

Coworking e espaços partilhados

Transforme o seu coworking num hub de inovação

O que separa um coworking de um hub é o que acontece entre os residentes. A agenda da casa, o quadro de quem faz o quê, a chamada para o próximo demo day e o canal entre quem lá está vivem num só endereço, aberto mesmo quando não está ninguém no edifício.

Ver o caso completo

Associações e ordens profissionais

Uma quota anual que os associados sentem nos doze meses

A quota anual deixa de ser uma cobrança sem contrapartida visível: os associados têm conteúdo técnico, uma agenda de eventos e um canal entre pares. O acesso liga e desliga com o pagamento, sem controlo manual.

Ver o caso completo

Eventos e conferências

O evento acaba em três dias. A sua comunidade, não.

A chamada abre por trilha, o comité avalia no mesmo sítio, a comunidade vota, e o público que se inscreveu continua lá depois de o evento acabar — em vez de se tornar uma lista de e-mails que arrefece até ao ano seguinte.

Ver o caso completo

Estamos a convidar as primeiras comunidades.

A Memberfy está em beta fechado, por isso o acesso é feito a pedido. Conte-nos o que quer construir: respondemos, configuramos tudo consigo e continuamos por perto depois disso.

Pedir acesso