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Ranking

Gamificação configurável, que a comunidade liga ou desliga. Onze ações valem pontos — publicar, dar gosto, comentar, responder a um comentário, receber um gosto, criar um evento, participar num evento, criar um curso, inscrever-se, concluir uma lição e entrar todos os dias — e define quantos pontos vale cada uma, ou desliga as que não fazem sentido. A classificação soma por comunidade e também por secção, para que a medida possa ser a casa inteira ou uma só turma. Os distintivos têm nome, descrição, ícone e cor, e ficam no perfil de quem os conquistou.

Gamificação

Uma comunidade grande e silenciosa

Responder vale mais do que dar gosto, e receber um gosto vale alguma coisa. Em poucas semanas a classificação deixa de pertencer aos fundadores e passa a mostrar quem responde às perguntas dos recém-chegados — precisamente quem quer recompensar, e quem costuma sair sem que ninguém repare.

A medida é sua
Cada uma das onze ações tem o seu próprio valor e pode ser desligada. Uma comunidade que quer mais respostas e menos gostos configura exatamente isso, em vez de aceitar as definições de fábrica.
Classificações por comunidade e por secção
A classificação geral mostra quem sustenta a casa. A classificação por secção mostra quem sustenta aquela turma — e uma turma nova não desaparece atrás dos veteranos.
Distintivos com nome e motivo
Nome, descrição, ícone e cor, apresentados no perfil. Um reconhecimento que os outros veem vale mais do que um número privado.
O problema que resolve
Em quase todas as comunidades uma minoria escreve e a maioria só lê. Uma medida visível muda quem se sente à vontade para falar — e é por isso que a gamificação é uma ferramenta de retenção e não um enfeite.

Face ao resto do mercado. Nenhuma das plataformas da economia de criadores que comparámos tem gamificação a sério. A referência mais próxima é o software empresarial de comunidades, numa faixa de preço que é outra conversa.

O que o espaço faz

  • Onze ações que dão pontos
  • Pontos configuráveis por ação
  • Classificação por comunidade e por secção
  • Distintivos com nome, ícone e cor
  • Liga e desliga por comunidade

Visibilidade

Como todos os espaços, este é público, só para membros ou só para subscritores — a escolha é por espaço, e o espaço é a autoridade sobre o que se alcança a partir dele.

Onde este módulo aparece

Influenciadores

O seu público torna-se comunidade. A comunidade torna-se receita.

Já tem público, e ele vive em casa alheia. Aqui o feed é seu, a lista de quem entrou é sua, e a cobrança acontece na mesma página em que as pessoas leem — e não num link de checkout que parece de outra empresa.

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Mentores e formadores

A mentoria continua a acontecer entre uma sessão e a seguinte

A sessão em direto é uma hora por semana; no resto do tempo o grupo não tem onde conversar. Aqui a mentoria tem endereço: a sessão está na agenda, o grupo continua no feed, e o material que entrega fica organizado em vez de perdido num grupo de mensagens.

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Escolas e cursos online

O seu curso online ganha a turma que o vídeo sozinho não lhe dá

Não precisa de mudar a forma como vende para trazer o seu conteúdo para cá. O catálogo — curso, módulo e lição — vive na comunidade, com turma, sessões em direto e conversa entre alunos, e quem comprou entra como membro. Os alunos veem onde ficaram; os professores veem quem ficou bloqueado.

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Quem quer receita recorrente

Receita que entra todos os meses, não só na semana do lançamento

A subscrição é uma segunda fonte de receita, e não a substituta da primeira. Continua a vender o curso e a mentoria à sua maneira, e cobra também um valor mensal por estar lá dentro: o arquivo, as sessões e a comunidade. Os subscritores entram sozinhos e quem cancela sai sozinho, sem ter de conferir uma folha de cálculo.

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Empresas com comunidade de clientes

Responda uma vez. Fica respondido para todos os clientes.

O apoio ao cliente deixa de responder à mesma pergunta todas as semanas: a resposta passa a fazer parte do arquivo, com pesquisa e endereço fixo. Os espaços abertos servem de montra para quem ainda não é cliente; os espaços por conta ou por plano ficam fechados, com quem os pode ver definido em cada um.

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RH e comunicação interna

Onboarding, formação e comunicados no mesmo endereço

Comunicados que não se perdem no scroll, um onboarding que se mantém de pé para quem entra mais tarde, um percurso de formação com o progresso de cada pessoa e uma agenda dos encontros da empresa. As equipas distribuídas deixam de depender de quem estava online naquele momento.

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Hackathons e desafios internos

O desafio dura um fim de semana. O que saiu dele não tem de acabar.

Um hackathon costuma viver num formulário, numa folha de cálculo e num grupo criado na sexta-feira e abandonado na segunda. Aqui as inscrições entram por trilha, as equipas ficam visíveis para todos, o júri avalia no mesmo sítio onde chegaram as entregas, e o que foi construído fica publicado com autor e data — para que a próxima edição comece onde esta parou.

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Hubs de inovação

Concursos de inovação, da chamada aberta ao demo day

Um programa de inovação vive disperso: a chamada aberta num formulário, a avaliação numa folha de cálculo, os avisos num grupo, os materiais numa pasta. Aqui a chamada recebe as candidaturas por trilha, o comité avalia no mesmo sítio onde elas chegaram, e startups, mentores e patrocinadores partilham o espaço com visibilidade diferente para cada um.

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Franchisings e redes

A mesma formação chega igual a todas as unidades

Uma rede grande forma por reunião, e o que foi dito na primeira unidade chega diferente à trigésima. Aqui o percurso de formação é um só, com o progresso de cada franchisado à vista, o manual e as campanhas num arquivo com pesquisa, e um canal entre operadores que não depende de o franchisador estar online.

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Coworking e espaços partilhados

Transforme o seu coworking num hub de inovação

O que separa um coworking de um hub é o que acontece entre os residentes. A agenda da casa, o quadro de quem faz o quê, a chamada para o próximo demo day e o canal entre quem lá está vivem num só endereço, aberto mesmo quando não está ninguém no edifício.

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Associações e ordens profissionais

Uma quota anual que os associados sentem nos doze meses

A quota anual deixa de ser uma cobrança sem contrapartida visível: os associados têm conteúdo técnico, uma agenda de eventos e um canal entre pares. O acesso liga e desliga com o pagamento, sem controlo manual.

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Eventos e conferências

O evento acaba em três dias. A sua comunidade, não.

A chamada abre por trilha, o comité avalia no mesmo sítio, a comunidade vota, e o público que se inscreveu continua lá depois de o evento acabar — em vez de se tornar uma lista de e-mails que arrefece até ao ano seguinte.

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Escritórios e sedes empresariais

O escritório da empresa, da reserva de salas ao PDI

Uma empresa com sede própria tem os dois lados no mesmo edifício: as pessoas, com objetivos, avaliações e formação, e o espaço, com salas para reservar, visitantes na receção e pedidos de manutenção. Com as duas extensões, ambos partilham o mesmo registo, a par dos comunicados e eventos da empresa.

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Líderes de comunidade

O seu grupo ganha endereço, pesquisa e um arquivo que perdura

O grupo que gere hoje vive em casa alheia: sem pesquisa, sem arquivo, sem forma de saber quem é quem. Aqui tem endereço, a sua marca e regras de quem vê o quê — e fica gratuito durante o tempo que quiser. Se um dia quiser cobrar, basta ligar um interruptor: sem mover conteúdo, sem mudar de endereço e sem pedir a ninguém que se registe de novo.

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Estamos a convidar as primeiras comunidades.

A Memberfy está em beta fechado, por isso o acesso é feito a pedido. Conte-nos o que quer construir: respondemos, configuramos tudo consigo e continuamos por perto depois disso.

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